Archive for agosto \28\UTC 2008|Monthly archive page

Hoje (01)

Hoje foi sim, um ótimo dia. Comecei sonolento pra caralho, tomei um banho e fui pra aula. Aula de educação física, sempre me animo pra jogar basquete. Jogamos bem até, mas perdemos e tal, é até bem equilibrado, um ganha um jogo, o outro ganha outro, e geralmente é bem disputado. Depois fomos pra aula de Artes onde depois de um aluno da nossa equipe de teatro (Fizemos um teatrinho na aula) arrancar galho de uma árvore, fomos pra direção. Foi bem tranquilo, voltamos, vimos as apresentações. Desbocamos risos inéditos em nossa apresentação (Todos já tinham se apresentado, mas em geral as apresentações foram fracas. A nossa também não foi ótima, mas foi só fazer umas macaquices e umas improvisações que ganhamos crédito) e tudo correu bem.

No recreio, começamos jogando futebol, mas depois eu e meu amigo fomos pegar figurinhas, que os caras da banca tavam jogando lá no pátio do colégio. Nos matamos pra pegar figurinhas e albúns, bem divertido e tal. Na aula de inglês, não fizemos nada, na aula de espanhol foi prova, e depois fomos jogar truco. Jogamos um pouco, o dono do baralho cagou o jogo, e logo depois um dos jogadores foi embora.  Fiquei mais um pouco, bati bafo com as figurinhas que a gente tinha ganhado no recreio, depois vieram as gurias dando mole, fiquei um pouco lá e fui chamado. Fui embora, almocei, vi o Globo Esporte, Horário Eleitoral e fui pro inglês. Aula normal e tal. Depois voltei pro colégio pra pegar figurinhas, que ele iam jogar a tarde também. Fiquei lá, meus amigos já tavam lá, peguei umas figurinhas e fui pra fisioterapia que era ali perto. A minha fisioterapeuta gostosa me chamou, mas hoje ela não podia me atender =(

Fiz 5 minutos de bicicleta, já cansado por ter andado 40 minutosno calor, com a mochila pesada, depois ter se jogado que nem um louco pra pegar figurinha, e ainda ter feito o trajeto da escola para fisioterapia. Suei bastante, mas até foi tranquilo, manti o ritmo sem forçar muito e tal, não sofri. Aí eu fui pra fisioterapia (Eu faço RPG com a gostosa, é diferente). Sofri um pouco, depois voltei pro colégio. Fui falar com meu amigo, o outro já tiha ido embora. Fui falar com o meu oooutro amigo, ficamos lá um pouco e passou uma guria que a gente já venera. Troquei um olhar com ela, e ela deu um sorrisinho, tipo “me liga,gato”. Provavelmente sonharei com aquela imagem hoje. Depois ficamos apostando corrida com os piazinhos da 4ª série. Eu, mais 3 da 7ª (Eu estou na 7ª) e um monte de piazinho. Corremos, ganhei sossegado(Meu apelido é Guepardo, quer o que? =P) e depois fomos pro salto em distância. Ganhei também. Aí a gente ficou conversando la, eu, meu parceiro, e um amigo nosso que estudava com a gente. Fui embora de carona, e vim direto pra escrever no blog. To cansadão, não parei em casa e tal, mas antes de qualquer coisa, quero jogar Braços de Combate hahhaha

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Hey, Hey, Hey…

Rei das Fechaduras!11

It’s the Fat Albert! =D

Queria começar o post com uma notícia muito triste, a morte da nossa querida professora de Produção de Texto. Que Deus a tenha.

Agora pra você, sozinho no recanto do seu lar, ou não, um passatempão animal. Conversar com o Robô Ed (http://www.roboed.com.br/)!

Essa máquina criada pela Conpet (Orgão do governo incumbido de recrutar mais crianças para o tráfico, prostituição infantil e escravidão) tem a função de entreter marmanjos de várias idades com suas afirmações estúpidas e sua inocência exagerada. Divirtam-se, talvez em breve eu poste logs de chats >D

Agora já falando um pouco mais seriamente. Acabei de ler a edição 67 do Batman. Cara, eu achei massa. As histórias me prenderam e tal, acho que eu vou continuar comprando. Nada demais, mas foram 20 minutos ótimamente gastos (Só li duas histórias =D).

Ontem também fui na Biblioteca Pública. Andamos um pouco pelo centro e entramos. A gente (Eu e minha mãe) já havíamos estado lá anteriormente, então nada novo. Fomos diretamente para os livros, olhamos as estantes (Uma coisa que me impressionou é que cara, você não consegue achar 1 livro sequer em perfeito estado, se eles não estavam fodidos, eles estavam com uma capa de couro lisa), achamos vários livros interessantes, mas acabei por pegar O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway, que ainda não comecei por estar lendo A Metamorfose em um ritmo meio lento. Depois esperei minha mãe achar seu livro. Enquanto ela olhava as estantes de literatura brasileira, voltei pra uma estante mais atrás e ouvi uma voz rouca, pensei que vinha de algum alto-falante ou algo assim, mas achei meio absurdo ter um alto- falante em uma biblioteca, então nem cheguei a cogitar essa idéia. Quando olhei para cima, vi a figura de um senhor, lendo em voz alta para ele mesmo um livro com capa de couro vermelha . Diante daquela imagem, eu oscilava entre um sentimento de pena, e de curiosidade. Aparentemente, o cara não batia lá muito bem da cabeça, mas o excêntricismo, a originalidade é algo que me desperta interesse. Depois que minha mãe escolheu o livro dela, emprestamos, fomos comer em uma pizzaria bem simples, mas bem famosa do centro. Sentamos no balcão e comemos um pedaço, acompanhado de vitamina de frutas. Depois comprei as edições 1 e 2 da NGamer em promoção, e a edição 67 de Batman. Sim, foi uma noite bem agradável.

P.S.:Queria agradecer novamente aos comentários, novos ou velhos =D

P.S.²: João, 5 posts é o seu brioco. Essa piroca aqui já tem 8 posts. Hah!

P.S.³: Piada Lourdes:

Versão original by: Lolo
Remix by: Gaybriel

I’m alive, bitches!

É, temo em dizer que não foi dessa vez. Vão ter que me aguentar por mais alguns anos

Ontem pela tarde fui ao encontro do homem que enfim diria se minha relativamente curta vida estaria chegando ao fim.  Cheguei em seu covil (Instituto P-alguma coisa de Otorrinolaringologia) lá pelas 17h 30m, acompanhado de minha genitora e os genitores de minha genitora (Leia- se Mãe e Avós). Sentei na sala de espera, esperamos um pouco e como estava com sede, eu e meu avô fomos para a lanchonete onde comprei um Matte Leão. Logo depois fomos para uma outra sala de espera,  onde logo fomos chamados. Entrei no consultório, cumprimentei o doutor e me sentei na cadeira  elétrica onde o paciente ficava. Ele fez perguntas, me examinou e abriu uma gaveta próxima ao lugar onde eu estava sentado. Como já conhecia a famosa filosofia do lugar à respeito de pacientes terminais, que é “Acabe com seu sofrimento antes que ele se agrave”, quando o vi tirar um frasco com um líquido vermelho dentro, pensei “Fodeu, é veneno” e só pensava em fugir dali. Mas logo ele disse que era só um vaso que tinha estourado e não sei o que, que ele ia passar aquele líquido no meu nariz pra cauterizar e que não doeria nada, mas que seria um pouco desagradável. Um pouco desagradável o cu dele, deu vontade de gritar algo como “Você realmente já usou esse remédio, seu médico filha da puta!?”. Era ruim, meus olhos lacrimejaram um pouco e depois coçou um pouco, mas foi tranqüilo. O nariz não sangrou mais e agora estou passando uma pomadinha séxi.

PS: Queria agradecer aos comentários, tanto no blog quanto no msn, sobre o blog. Obrigado, pessoal. E continuem lendo =)

To com câncer.

Ok, não. Mas estou realmente assustado com a quantidade de sangue que tem saído do meu nariz. Acordei com uma poça de sangue do lado, foi evil. Isso já tinha acontecido outra vez, e da outra vez eu fiquei mais assustado ainda.

Então, acordei, vi o sangue, minha mãe que me acorda para ir pra escola viu, perguntou quem diabos tinha menstruado em cima de mim, falou algo com “ixi”(não sei ao certo), fui pro banho, tava me sentindo meio fraco, fui pra porra da escola e até aqui ok. Aí do nada meu nariz começa a sangrar na primeira aula. Fui no banheiro, lavei, deixei várias manchas de sangue na pia para lembrarem de mim como um guerreiro, peguei o papel e voltei pra sala.

2ª aula, maldita prova. Espirrei, meu nariz começou a sangrar pra caralho, fui no banheiro de novo. Olhei para as manchas deixadas anteriormente por mim com orgulho, e fui fazer o mesmo na outra pia. Lavei, assoei o nariz, passei papel, lavei de novo, a porra não parava de sangrar, peguei o papel, levantei a cabeça, apertei o lenço contra o nariz e voltei pra sala. Terminei a prova (fui muito bem, obrigado) e depois foi tranquilo.

Aí fui dar uma dormidinha tranquila à tarde, já que estava cansado e tinha uma rara tarde livre. Dormi 1h e pouco e acordei sangrando. Falei um palavrão aleatório, corri pro banheiro e me lavei. Foi triste também, caiu sangue no chão, no meu braço, eu deixei cair um pouco na coberta, a pia ficou suja, e eu tenho 2 pedaços de papel cheio de manchas de sangue na minha frente.

Se eu estiver morrendo, desejem que seja serenamente.

Le Bulle

Então, como vocês já devem ter percebido, o blog tem um novo nome. Pra quem não sabe, Bulle, em francês, é bolha. Agora o porquê do nome do blog é uma história fantasticamente irrelevante, que eu mesmo só lembro dela porque aconteceu há menos de 1 semana atrás e vocês provavelmente esquecerão daqui cerca de 1 a 2 horas.

Aconteceu na sala de aula número 10, do Colégio Expoente Água Verde, em Curitiba. Enquanto eu fazia alguma babaquice rotineira para chamar atenção, e uma amiga cujo o nome não posso citar (Que se foda que eu não perguntei pra ela, é Anna) numa tentativa inútil, me mandou calar a boca, pois é uma aluna dedicada e gostaria de prestar atenção na aula, e eu estava a impossibilitando ela de fazê-lo. Mas mimado e chato do jeito que sou, não dei ouvidos e continuei. Até que a outra amiga, Isadora, que Deus a tenha, hoje já muito distante (Mais precisamente sentada em uma carteira do outro lado da sala, foi mudada por conversas excessivas com o colega Gabriel huhuhu), falou algo como:

– Não liga não, Anna. O Gabriel só se importa com ele e a bolha em que ele vive. (Relatos nada precisos)

Aí na hora de reformular o blog eu pensei nisso. Um espaço só meu, que eu vou poder escrever a merda que eu quiser a hora que quiser e tornar público, mas sempre falando do meu mundo, da minha bolha. Aí botei em français pra ficar mais chique 😉

Tsukase used Revive!

Puta que pariu, 5 meses de blog e 3 posts. Hell yeah, motherfucker. That’s the way.

Podia ter apagado essa merda e ter começado um outro, mas gostei dos posts anteriores e resolvi que só irei reformular. Meu nick internético cool e descolado é Tsukase, então provavelmente referirei – me a mim mesmo de tal forma. Espero que desta vez eu não desista do blog tão rapidamente.

Fechando pontas antigas, terminei Civil War. É bacana, mas logo depois parei de ler quadrinhos do universo marvel, tenho acompanhando só os do selo Vertigo. Me esqueci o desfecho da desventura anteriormente retratada, mas hey, who cares?

Vamos falar sobre coisas atuais. Tenho ouvido bastante música, estou viciado no último albúm do Avenged Sevenfold, Self-Titled (Dêem uma olhada no single “principal”: http://www.youtube.com/watch?v=HIRNdveLnJI), que é ótimo. E baixei também o CD do The Last Shadow Puppets, que achei bem bacana (Pra quem não sabe, é um side project do vocalista do Arctic Monkeys).

Tenho jogado e lido muito. Último jogo zerado foi God of War: Chain of Olympus, do meu recém destravado PSP. Sem contar os 10 jogos de DS anteriormente zerados em um curto período de tempo. Mas agora tenho jogado muito jogos Online. Desde Combat Arms, que é um ótimo FPS em que eu estou extremamente viciado (Meus frags no jogo provam isso, algo como 40 kills e 15 deaths está se tornando algo comum no meu “currículo”) até Kick Off, um jogo online de futebol hahahah. E tenho jogado Ragnarok também =P

Quanto aos livros, dei uma pequena pausa em A Luneta Âmbar, último volume da Trilogia Fronteiras do Universo, de Phillip Pullman, que é excelente. Altamente recomendado, mas postarei mais impressões quando terminar o livro e, consequentemente, a coleção. Nessa pausa, li o excelente O Estrangeiro de Albert Camus. Extremamente bem escrito, com uma trama no mínimo interessante, e apesar de eu ter desanimado um pouco na segunda parte, o final me impressionou, de certa forma. Recomendadíssimo. E acabei há alguns minutos um livro chamado Um Amigo no Escuro, de Marcia Kupstas, que me surpreendeu demasiadamente. Como era um livro da escola, pensei que, como habitual, seria mais um livro bestinha “para a nossa faixa etária” (Ou seja, aqueles livros infanto-juvenis ordinários) mas felizmente não era. Com uma trama e escrita simples, o livro inteiro retrata um diálogo por telefone, extremamente envolvente, o livro realmente me surpreendeu. Não garanto nada para outros, mas recomendo pelo menos dar uma olhada.

Vou terminar por aqui, provavelmente amanhã postarei o motivo da mudança do nome do blog.